Domingo de Circo
Toda tua chegada nessa radiosa manhã de domingo embandeirada de infância. Solene e festivo circo armado no terreno baldio do meu coração.
As piruetas do palhaço são malabaristas alegrias na vertigem de não saber o que faço.
Rugem feras em meu sangue; cortam-me espadas de fogo.
Motos loucas de globo da morte, rufar de tambores nas entranhas, anúncio espanholado de espetáculo, fazem de tua chegada minha sorte.
Domingo redondo aberto picadeiro, ensolarado por tão forte ardor, me refunde queima alucina:
olhos vendados,
sem rede sobre o chão,
atiro-me do trapézio
em teu amor.
Do livro A Arte de Semear Estrelas, de Frei Betto.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Crianças inglesas unem high-tech e tradição no recreio

28-MAR-2011

FOLHA DE S. PAULO

O recreio das crianças inglesas não é só a hora de encontrar os colegas da escola. É também quando jogos tradicionais e ícones da era digital se encontram entre uma brincadeira e outra.
É o que apontou o estudo "Children"s Playground Games and Songs in the New Media Age" (brincadeiras e cantigas infantis na nova era da mídia), lançado neste mês (www.bl.uk/playtimes).
Desenvolvido pelas universidades de Londres, Sheffield e East London com a British Library, o projeto acompanhou, entre 2009 e 2011, o comportamento de alunos no recreio em duas escolas do ensino fundamental.
"Jogos e cantigas continuam passando de geração em geração. Descobrimos, no entanto, que a mídia e as novas tecnologias têm influência crescente", afirma Jackie Marsh, da Universidade de Sheffield.
A pesquisa apontou que as crianças acabam incorporando elementos da TV, da internet e dos videogames em suas brincadeiras.
Assim, personagens de desenhos animados viram protagonistas no pega-pega e os programas de auditório são reproduzidos nos jogos de faz de conta, por exemplo.
Segundo Marsh, o mais surpreendente é que a escola é "o único momento em que muitas crianças têm contato com brincadeiras e jogos tradicionais".
(GR)


Encontre cursos, aulas e professores em qualquer cidade do mundo


Está procurando por algum curso, aula ou professor na sua cidade? O site School of Everything vai ajudá-lo a encontrar o que quer que você esteja buscando, na área de educação. É possível se cadastrar como professor, organização ou membro comum (aluno) e trocar contatos com quem ofereça o que você procura.

divulgação
School of Everything
Por meio do site, os visitantes podem encontrar professores e aulas em qualquer cidade do mundo todo. Basta fazer o cadastro, procurar a disciplina ou curso desejado e entrar no perfil de quem a está oferecendo. Ali você tem acesso a informações sobre o currículo e a formação do professor ou sobre o histórico da instituição de ensino.
Apesar de o School of Everything ser uma plataforma da web, seu objetivo final é o agendamento de aulas presenciais. Para que os usuários possam combinar esses encontros com o máximo de segurança, o site sugere uma série de precauções. Depois de considerar todos os cuidados necessários, basta seguir o passo a passo e aproveitar ao máximo todas as aulas e cursos que desejar.


Um voo virtual sobre os lugares mais incríveis do mundo


Imagine fazer um passeio aéreo por lugares como Dubai, Las Vegas e Rio de Janeiro sem gastar um centavo e sem sair de casa. Essa é a proposta do site AirPano, criado por entusiastas de fotos panorâmicas. O grupo russo decidiu se dedicar a tirar fotos aéreas em 360° dos lugares e cidades mais interessantes do globo.

Cataratas do Iguaçu no AirPano
Atualmente já são mais de 30 “passeios” disponíveis e nos próximos anos o projeto deve ser ampliado. Já estão entre a lista dos fotografados o Rio de Janeiro, Sidney, Las Vegas, Cape Town e Jerusalém, entre outros. As próximas localidades a serem clicadas devem ser Saint Petesburg, Chicago e o vulcão Eyjafjallajökull.
Como funciona?
Ao acessar a página o visitante escolhe numa lista, organizada por ordem alfabética, a cidade que deseja “sobrevoar”. Abre-se então uma nova janela com a visão aérea de um ponto representativo daquele lugar e é possível ainda aproximar, afastar, olhar para cima, para baixo e para todos os lados, como num vôo livre.
O grande diferencial do conteúdo oferecido pelo site é justamente a liberdade do olhar permitida pelo giro de 360°. Em alguns lugares como Nova York, por exemplo, o vôo de helicóptero pode ser realizado em diferentes bairros ou monumentos. À bordo do AirPano é possível ver de perto a Estátua da Liberdade, o Empire State Buiding e até o Cristo Redentor.

Lançado livro Inclusão Digital – Vivências Brasileiras, de Maurício Falavigna

Adotar o discurso e colocá-lo em prática é um dos nossos compromissos. Dessa forma, disponibilizamos para você, leitor, o livro Inclusão Digital – Vivências Brasileiras, de Maurício Falavigna. Na obra em questão nos são apresentadas, de uma forma leve e bastante elucidativa, a evolução das Oficinas para Inclusão Digital, o processo de implantação dos CRC’s – Centros de Recondicionamento de Computadores e a construção do ONID – Observatório Nacional de Inclusão Digital, culminando na criação do Programa TELECENTROS.BR, política pública de apoio ao tema.

A obra, enquadrada na Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, teve o patrocínio do Dataprev – Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social e foi executada pelo IPSO – Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos.

Acesse, baixe e indique para sua rede de contatos.

Viva o conhecimento livre!

Boa leitura.

Equipe IPSO

domingo, 27 de março de 2011

Dia do Circo - 27 de março

Dia do Circo
Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.
Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.

COMO SURGIU O CIRCO

É praticamente impossível determinar uma data específica de quando ou como as práticas circenses começaram. Mas pode-se apostar que elas se iniciaram na China, onde foram encontradas pinturas de 5 000 anos, com figuras de acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Esses movimentos faziam parte dos exercícios de treinamento dos guerreiros e, aos poucos, a esses movimentos foram acrescentadas a graça e a harmonia.
Conta-se ainda que no ano 108 a.C aconteceu uma enorme celebração para dar as boas-vindas a estrangeiros recém-chegados em terras chinesas. Na festa, houve demonstrações geniais de acrobacias. A partir de então, o imperador ordenou que sempre se realizassem eventos dessa ordem. Uma vez ao ano, pelo menos.
Também no Egito, há registros de pinturas de malabaristas. Na Índia, o contorcionismo e o salto são parte integrante dos espetáculos sagrados. Na Grécia, a contorção era uma modalidade olímpica, enquanto os sátiros já faziam o povo rir, numa espécie de precursão aos palhaços.

NO PALCO DA HISTÓRIA

Por volta do ano 70 a.C, surgiu o Circo Máximo de Roma, que um incêndio destruiu totalmente, causando grande comoção. Tempos depois, no ano 40 a.C, construíram no mesmo lugar o Coliseu, com capacidade para 87 mil pessoas. No local, havia apresentações de engolidores de fogo, gladiadores e espécies exóticas de animais.
Com a perseguição aos seguidores de Cristo, entre os anos 54 e 68 d.C, esses lugares passaram a ser usados para demonstrações de força: os cristãos eram lançados aos leões, para serem devorados diante do público.
Os artistas procuraram, então, as praças, feiras ou entradas de igrejas para apresentarem às pessoas seus malabarismos e mágicas.
Ainda na Europa do século XVIII, grupos de saltimbancos se exibiam na França, Espanha, Inglaterra, mostrando suas habilidades em simulações de combates e na equitação.

O CIRCO MODERNO

A estrutura do circo como o conhecemos hoje teve sua origem em Londres, na Inglaterra. Trata-se do Astley's Amphitheatre, inaugurado em 1770, pelo oficial inglês da Cavalaria Britânica, Philip Astley.
O anfiteatro tinha um picadeiro com uma arquibancada próxima e sua atração principal era um espetáculo com cavalos. O oficial percebeu, no entanto, que só aquela atração de cunho militar não segurava o público e passou a incrementá-la com saltimbancos, equilibristas e palhaços.
O palhaço do lugar era um soldado, que entrava montado ao contrário e fazia mil peripécias. O sucesso foi tanto, que adaptaram novas situações.
Era o próprio oficial Astley quem apresentava o show, vindo daí a figura do mestre de cerimônias

QUANDO O CIRCO CHEGOU AO BRASIL

No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.
Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.
Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.
O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.

CIRCO CONTEMPORÂNEO

Circo contemporâneo é o que se aprende na escola. Fenômeno conseqüente das mudanças de valores na sociedade e suas novas necessidades. Grande parte dos profissionais do circo mandaram seus filhos para a universidade, fazendo com que as novas gerações da lona trabalhem mais na administração.
Em fins dos anos 70, começam a aparecer as primeiras escolas de circo, no mundo inteiro. Na França, a primeira a surgir foi a Escola Nacional de Circo Annie Fratellini, em 1979, com o apoio do governo francês.
No Canadá, artistas performáticos têm aulas com ginastas e, em 1981, é criada uma escola de circo para atender à necessidade desses novos acrobatas.
Interessante lembrarmos, no entanto, que essa importância que o circo assume no mundo capitalista já era cultivada na ex-URSS, desde a década de 20. Data de 1921 a criação de uma escola de circo na União Soviética, que coloca o circo no patamar de arte, com inovação dos temas e das formas de apresentação.

ESCOLAS E GRUPOS BRASILEIROS

No Brasil, a primeira escola de circo foi criada em São Paulo, em 1977, com o nome de Piolin (que é também o nome de um grande palhaço brasileiro). Funcionava no estádio do Pacaembu.
No Rio de Janeiro, surge em 1982 a Escola Nacional de Circo, abrindo oportunidades para jovens de todas as classes e vindos de diferentes regiões do país. Eles aprendem as novas técnicas circenses e, uma vez formados, montam seus próprios grupos ou vão trabalhar no exterior.
São muitos os grupos espalhados pelo Brasil afora. Citamos a Intrépida Trupe, os Acrobáticos Fratelli e a Nau de Ícaros.

NOSSOS PALHAÇOS

Carequinha, "o palhaço mais conhecido do Brasil" - ele mesmo se intitula assim - diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.
"Sou contra circo que tem animais. Não gosto. O circo comum, sem animais, agrada muito mais."
Carequinha
Denominado o "Rei dos Palhaços", o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.
"O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer"
Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas
DIA DO CIRCO

27 de Março

Dia do Circo
Alguns estudiosos afirmam que o circo surgiu na Antiguidade, na Grécia ou no Egito; alguns apontam a origem do circo na China, mais de 5000 anos atrás. Há inúmeras versões sobre a origem do circo, dissonantes ou não, elas concordam em um sentido: o propósito de entreter e até enganar seus espectadores, o que ocorreu em muitos casos.
A versão do circo como conhecemos - com picadeiro, lona, números com animais - é recente e foi criada pelo suboficial inglês Philip Astley, por volta de 1770, que montou um espetáculo eqüestre que contava com saltadores e palhaços.
Não entraremos no mérito da origem do Circo, procuraremos, portanto, apresentar alguns exemplos que mais se prolongaram como espetáculos circenses ao longo da história da humanidade.
O Coliseu de Roma, um anfiteatro reconstruído pelo imperador romano Júlio César, por volta dos anos 40 a.C., onde cabiam 87 mil espectadores, atraídos pelas mais variadas atrações, tais como: homens louros das regiões nórdicas, animais exóticos, engolidores de fogo, e posteriormente gladiadores que lutavam até a morte - a atração mais esperada pelo público do Coliseu.
A luta entre os gladiadores no Coliseu começou com o reinado de Nero (ano 54 a 68 da era cristã), era a instituição no Império Romano do chamado "panis et circense" (pão e circo), que tinha por objetivo dar ao povo comida e diversão, para que estes não clamassem por mudanças ou melhorias que poderiam abalar as bases do Império Romano.
As touradas na Espanha, uma prática que teve origem em Creta, onde o objetivo era domar e matar touros enfurecidos pelos gritos e pelos golpes de espadas aplicados pelos toureiros.
A arte acrobática na China, utilizada em um torneio chamado "A batalha contra Chi-hu" (Chi-hu equivalente a chefe de tribo), que consistia em um exercício de batalha, com participantes portando chifres nas cabeças, lançando-se uns contra os outros em grupo de dois ou três. Conhecido como o "jogo das cabeçadas" na era do imperador Wu, da dinastia Han (220-206 a. C.), transformou-se e passou a chamar-se Pai-Hsi (os cem espetáculos). A encenação evoluiu e tomou a forma de espetáculos anuais, conhecidos como o Festival da Primeira Lua. Que ganhou novos números com o passar do tempo.
No Brasil, "o maior espetáculo da Terra" tem origens tão diversas, quanto dissonantes; consenso mesmo só existe no fato de se admitir que houve uma chamada "Idade do Ouro", que segundo Omar Eliott, diretora da Escola Nacional de Circo no Rio de Janeiro durante o século XIX, os grandes circos estrangeiros vinham para cá aproveitando momentos econômicos favoráveis, como o ciclo da cana-de-açúcar, o "boom" da borracha e a ascensão do café, tomados como exemplos.
Os circos chegaram a ter entre seus espectadores, gente da nobreza e até mesmo imperadores.
Acredita-se que, com as constantes perseguições aos ciganos na Península Ibérica, muitos tenham chegado ao Brasil e entre suas atividades incluíam-se o adestramento de animais selvagens, o ilusionismo e as exibições com cavalos, conforme relata a pesquisadora Alice Viveiros de Castro, que afirma "sempre houve ligação dos ciganos com o circo".
Atualmente, a grande maioria dos circos não usa mais animais em seus espetáculos, passou a contar com números mais ousados, primando pela encenação e pela profissionalização de seus componentes, com objetivo de competir com cinemas, teatros e outras formas de entretenimento.
Fonte: www.brasilcultura.com.br

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Pedro Coutinho, 96 anos, o barbeiro

Conheça aí o barbeiro mais velho de São Paulo, com 96 anos, o Mestre Pedro Coutinho.

Boa leitura de mundo!!

http://www.revistabrasileiros.com.br/digitais/index_ig.htm

minha fonte www.revistabrasileiros.com.br

Scribd: A maneira mais prática de publicar seu livro na web


Scribd: A maneira mais prática de publicar seu livro na web


Por Roberto Tostes | Publicado originalmente em TechTudo | 18/02/2011 – 18h59
Nível: Básico | Número de Etapas: 4
Se você tem textos, artigos ou livros prontos, saiba que você já pode publicá-los na web de forma rápida e gratuita. Foi com essa proposta que o Scribd conquistou mais de 60 milhões de usuários, formando a maior rede de compartilhamento de documentos da web. Siga os passos abaixo e seja você o seu próprio editor:
Passo 1. Faça seu cadastro e o primeiro upload
Logo na home da Scribd você preencherá um cadastro com e-mail e senha, ou entrará com sua conta do Facebook. Escolha a opção “Upload” ou “Carregar” [em português] e clique na pasta onde está o arquivo [as extensões aceitas são doc, txt, xls, ppt e pdf] , que será convertido em formato web.
Passo 2. Descreva seu documento
Ao fazer o upload, você preenche dados como título, categoria, tags [palavras-chave] e resumo. Na forma padrão, seu documento ficará acessível à leitura do público, mas é possível modificar isso. Todos os dados preenchidos sobre o seu documento são importantes pois o Scribd indexa e disponibiliza os documentos para todos os mecanismos de busca da internet.
Passo 3. Visualize o documento e divulgue
Após a publicação, o Scribd permite que você compartilhe seus documentos nas redes sociais, principalmente Twitter e Facebook. Se você tiver um blog ou site para colocar, também pode copiar o código, ou também enviar diretamente o link de sua publicação para uma lista de e-mails.
A visualização da leitura é feita por um menu de navegação bem fácil de usar. O usuário pode escolher entre a opção “livro”, “apresentação de slide” ou “rolar” [com mouse ou setas para baixo]. Você pode dar zoom, ver o conteúdo em tela cheia, buscar palavras e explorar a biblioteca.
Passo 4. Detalhando seu perfil e interagindo
A sua página de usuário é o local onde você colocará a sua foto, dados pessoais e e-mail para contato. O programa incentiva muito a interação e a troca. Você pode pesquisar por assunto e adicionar títulos à sua coleção pessoal, seguir pessoas, e fazer comentários em documentos lidos. Em sua conta, ainda, você terá acesso a uma estatística de quantas pessoas leram o seu documento, quando, e quem compartilhou ou comentou em seus textos.
Você não precisa mais esperar que alguém publique seus escritos. Aproveite também para pesquisar e estudar, pois o Scribd tem livros, revistas, manuais e documentos de todos os tipos, assuntos e abordagens. E além de ver seu texto publicado, você vai poder trocar ideias com muita gente interessante.


Quênia: Belezas de Nakuru e de Maasai Mara

 
Na costa do esqueleto (foto: Mikael Castro)
Haroldo Castro conhece 156 países e tem mais de 30 anos de experiência profissional como fotógrafo, jornalista, produtor e diretor de documentários e estrategista de comunicação. Ele é o fundador do Clube de Viajologia (www.viajologia.com.br), iniciativa que reconhece a viagem como uma escola dinâmica. Ele escreve reportagens em várias revistas desde 1974. Hoje, Haroldo colabora com a revista Época e, desde junho de 2007, alimenta o Blog Viajologia (http://colunas.epoca.globo.com/viajologia/). De novembro de 2009 a julho de 2010, Haroldo e seu filho Mikael realizaram a expedição jornalística Luzes da África, percorrendo 40 mil km por 18 países do continente. O objetivo foi mostrar o lado positivo da região para que os leitores brasileiros pudessem compreender melhor a África durante a Copa do Mundo 2010. Seu trabalho foi publicado em Época e transmitido no Jornal Futura (Canal Futura). Haroldo trabalhou 16 anos na ONG Conservation International (CI) em Washington, DC, onde exerceu o cargo de vice-presidente de comunicação internacional. Antes de se dedicar à CI, Haroldo foi correspondente em Washington, DC, e produtor independente de televisão. Realizou 16 exposições fotográficas e publicou centenas de reportagens e milhares de fotografias na imprensa mundial. Nascido na Itália, de mãe francesa e pai brasileiro, Haroldo domina quatro idiomas. Acesse http://www.haroldocastro.com


Minha fonte http://www.oeco.com.br/fotografia

Clube de Viajologia


Fotos de lugares do mundo

Acompanhe o BLOG VIAJOLOGIA de Haroldo Castro

O Clube de Viajologia reconhece a viagem como uma experiência singular e enriquecedora porque, quando você viaja, você:
  • Deixa de lado o quotidiano e vive uma outra realidade, pratica uma terapia saudável e divertida
  • Desenvolve uma melhor compreensão da diversidade e riqueza cultural do planeta
  • Aprecia a natureza e entende a necessidade de conservação dos ecossistemas terrestres e marinhos
  • Expande sua consciência, promovendo a paz e o entendimento entre povos de diferentes nações
Nós viajólogos reconhecemos esse vício sadio e delicioso como uma verdadeira escola dinâmica, onde o conhecimento é acumulado através do contato direto com outras culturas. Quanto mais e melhor viajarmos, mais profunda será nossa visão do mundo.
Consideramos a experiência da viagem comparável a obter um diploma convencional de estudo, seja na escola primária ou em uma universidade. Partindo do princípio fundamental que viajar é aprender, o Clube de Viajologia confere diplomas aos seus estudantes, reconhecendo os diferentes níveis de expertise de cada um.
Convidamos você a participar desse jogo e a lembrar quais países você viajou e quantas experiências excepcionais você já viveu.
Faça agora o seu Teste de Viajologia Mundial.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A informação alternativa a serviço das mobilizações políticas e sociais


A informação alternativa a serviço das mobilizações políticas e sociais

Por iniciativa da Ritimo, uma organização francesa voltada para a comunicação, a serviço da solidariedade internacional e do desenvolvimento sustentável, da Ciranda e do Intervozes, organizações brasileiras, foi realizado um seminário reunindo mídias alternativas de vários países durante o primeiro dia de atividades autogestionadas no FSM Dacar.

Por Terezinha Vicente
[09 de fevereiro de 2011 - 09h20]

Por iniciativa da Ritimo, uma organização francesa voltada para a comunicação, a serviço da solidariedade internacional e do desenvolvimento sustentável, da Ciranda e do Intervozes, organizações brasileiras, realizou-se seminário reunindo mídias alternativas de vários países, durante este primeiro dia de atividades autogestionadas no FSM Dacar. Na busca da construção “de um mundo menos desigual, que dê a palavra aos excluídos”, disse Myriam Merlant, da Ritimo, “estas organizações são essenciais para o contraponto com a grande mídia”. O objetivo do seminário, que constou de três momentos, foi a troca de experiências e a proposição de ações conjuntas, que levem à organização de um novo Fórum Mundial de Mídias Livres.

Um panorama das novas mídias nos continentes foi desenvolvido no primeiro momento, reunindo experiências diversas realizadas na África, América Latina, Ásia e Europa. Na França, onde há boas leis para a garantia da liberdade de expressão, “a realidade mostra que a liberdade de imprensa já não é tão grande assim, como diz David, do Repórter Cidadão. A classificação desse quesito, medido anualmente naquele país europeu, mostra uma queda do 31º lugar para o 44º, segundo o jornalista. “Metade dos franceses dizem hoje que as coisas não acontecem como a mídia diz, 66% acham que a grande imprensa está sob domínio dos políticos, e principalmente as classes populares acreditam cada vez menos na grande mídia”.

A concentração dos meios também é algo que vem acontecendo na França nos últimos anos, inclusive com novos decretos de Sarkozy, um dos quais determina a nomeação da direção da televisão pública pelo governo. “Nos últimos trinta anos, os pequenos veículos de mídia deixaram de existir”, conta David, e a informação vem se concentrando nos grandes meios, cujos donos são, por exemplo, dois grandes industriais que fabricam armas e aviões; outro investidor da mídia é um negociante de mineração na África. “Estamos cada vez mais dependentes dos grandes meios, mas este não é o único problema”, continua o repórter cidadão. “Antes, os movimentos sociais gostavam quando a mídia aparecia, hoje os movimentos querem a mídia longe, e as pessoas perguntam porque as coberturas são todas iguais”.

Sabemos bem como é essa história no Brasil, e as semelhanças não param por aí. “Tenta-se produzir informação da forma mais barata possível, não há mais reportagem; os jornalistas tem o mesmo perfil social, a maioria vem das classes altas, estudam nas mesmas escolas”. Além disso, segundo David, há o “mito do indivíduo”, onde se valoriza as personalidades por isso e aquilo. “O indivíduo constrói a sociedade, não é a sociedade que constrói o indivíduo, para a mídia; privilegia-se os eventos e não o contexto histórico e difunde-se um pensamento utilitarista. O leitor é consumidor, não cidadão”.

America Latina, África, tudo igual

Na América Latina o modelo de comunicação é o das mídias privadas americanas, não o das mídias públicas da Europa, falou Sally .. , da ALAI – Agencia Latinoamericana de Información. “As mídias comunitárias procuram preencher o espaço da mídia pública, mas são ainda marginais e pequenas, são principalmente rádios”. Neste lado sul do planeta, “falamos mais do direito à comunicação do que à informação”, nestes últimos quinze anos, quando fortalece-se um movimento de luta por esse direito essencial. Grandes empresas, mais que os governos, concentram a comunicação e o debate aumentou com os novos governos mais à esquerda. Sally citou os exemplos da Argentina e da Venezuela, onde grandes mobilizações influíram nesta pauta, e onde o tema vem alcançando os movimentos sociais, que percebem a necessidade de criar suas próprias mídias.

Como participante da comissão de comunicação do FSM, a coordenadora da Ciranda, Rita Freire, salientou a importância de que o Fórum Social Mundial seja portador da mensagem pela democracia nos meios de comunicação. Apresentando os contrastes existentes no Brasil, Rita destacou a criminalização da pobreza e a mercantilização feita pela mídia, distorcendo a realidade, a imagem da mulher, escondendo a maioria afrodescendente, agredindo os direitos da infância. “No Brasil, iniciou-se um movimento para que essa situação seja modificada, que nasceu dos ativistas da comunicação, dos meios alternativos, dos jornalistas ligados aos movimentos sociais, e se transformou num chamamento para que a sociedade brasileira compreenda que essa estrutura de comunicação não é natural, não é democrática e precisa ser modificada”.

Essa movimentação fez com que o governo brasileiro convocasse uma conferência nacional de comunicação, e isso aconteceu no último FSM, em Belém, como lembra Rita. “Essa conferência mostrou o quanto estamos cercados e controlados pelos grandes meios no Brasil, que passaram um ano fazendo esforços para que o encontro não acontecesse”. A jornalista lembrou ainda que no último período houve o fechamento de 3 mil rádios comunitárias no Brasil e que os grandes meios atuam para criminalizar as mídias populares, pois existe hoje concretamente um processo de articulação das pequenas mídias, que são agentes de defesa de novas políticas de comunicação em nosso país”.

Informação alternativa no continente africano 

Para Alymana Bathily, da Amarc – Sénégal, “hoje, o cenário midiático na África tem pluralismo de informação; mas isso vem da metade dos anos 90, e foi conseguido graças a luta dos movimentos sociais e por conta das revoluções, algumas violentas, como a do Mali, ou a conquista do fim do apartheid na África do Sul. Vimos nascer mídias plurais, temos mídias estatais, que antes eram as únicas, nada privado havia. Aqui no Senegal temos quinze jornais diários; em 1995 haviam dez rádios comunitárias em toda a Africa Ocidental, hoje temos 200”. As televisões privadas desenvolvem-se em toda a África, só no Senegal existem meia dúzia de canais, o que Alymana considera muito para um país pequeno (12 milhões de habitantes). Há muita diversidade, segundo o ativista, há jornais pró governo, contra, de opinião, religiosos, etc.

Outra novidade, segundo ele, é a internet, embora tenha pouca penetração na África subsariana (5 ou 6% da população), em comparação com a África do norte. “A internet desenvolve-se lentamente, mas é bem utilizada pelas rádios comunitárias (62% acesso) e pelos movimentos sociais. Outra coisa é o celular, metade da população africana tem acesso, e isso fez diferença enorme, mesmo que não possam ser usados de modo muito criativo. Até pouco tempo era difícil jornalistas saírem e passarem informação para a redação”. Exemplo disso foram as ultimas eleições, quando os jornalistas puderam cobrir em todos os locais e isso permitiu que a oposição ganhasse. Por outro lado, existe um arsenal de leis sobre difamação e calúnia contra os chefes de estado, o que faz com que os jornalistas pratiquem autocensura; também a formação de jornalistas é outro problema, assim como a falta de equipamentos, principalmente para as rádios comunitárias.

Mohammed Legtas, atua no E-Joussour, do Marrocos, projeto feito pelos movimentos sociais para coordenar ações no norte da África e no Oriente Médio. Nessa região, « o ambiente é hostil aos direitos das mulheres, à liberdade de expressão, as mídias convencionais são totalmente controladas pelo Estado, jornalistas são mandados para a prisão freqüentemente”. O desenvolvimento da mídia alternativa, com a internet, gerou novos militantes, que aprenderam a desenvolver novas plataformas, e filmaram, por exemplo, os soldados recebendo dinheiro da corrupção. Mohammed lembra que nos recentes acontecimentos na Tunísia o celular teve papel primordial, embora o 3G tenha chegado a apenas oito meses por lá. Promover o rádio e a televisão via web é muito importante devido ao analfabetismo.

O E-Joussour não é apenas um site de informação. “Somos muitos ativos na dinamização dos movimentos sociais, trabalhamos muito com tradução,para permitir que o conhecimento chegue para a população árabe e também no uso do vídeo, inclusive com celular. Usamos o software livre, o mais fácil possível, e ensinamos a editar e publicar”. Foi assim que se publicou muito do que ocorreu na Tunisia e Egito. Video-maker no Egito, Mahmoud El-adawy, nos disse que o caminho foi mostrado pelos tunisianos. “Durante muito tempo não imaginamos que uma revolução podia acontecer no Egito, militávamos a partir do Facebook, trocando informações que tínhamos acesso, e isso é até meio irônico, mas descobrimos que isso permitia realizar o sonho de ação juntos”. Sobre o Egito, veja entrevista exclusiva de Mahmoud para Ciranda.

Maris de la Cruz, do Network for transformative social protection, Filipinas, diz que sua rede trabalha pela dignidade e vida das pessoas, mas perceberam a importância de lutar pela comunicação. O trabalho começou em 2009 juntando vários movimentos, envolvendo a Tailândia, Tunísia e Vietnã, além das Filipinas. A idéia é conseguir “garantia dos direitos e fortalecer os movimentos sociais, e ajudando os pobres a conquistarem força coletiva, econômica e política, a partir de benefícios concretos, e transformá-los em em atores do movimento social”. Para ela, o processo de informação tem sido fundamental para a luta por qualquer outro direito. A constituição de 1987 garante o direito das pessoas à informação e declara que é necessário haver transparência completa do Estado, mas até agora o congresso não regulamentou essa legislação. Desde 2000 a sociedade civil luta por isso, “lutam para construir mídia alternativa, mas a influencia das empresas privadas ao governo constitui barreira muito forte, a grande mídia só difunde informações que sejam uteis para eles”.

Assembléia de convergência e novo Fórum de Mídia Livre

Tanta convergência de situações em relação à grande mídia foi mostrando a importância de incrementarmos nossas redes mundiais e a urgência da realização de um novo Forum Mundial de Mídia Livre, com propostas para que seja realizado antes do próximo FSM. Mario Lubetkin, do IPS-Terra Via, de Roma, defendeu que seja realizado no Rio + 20, a realizar-se no próximo ano no Brasil, aproveitando a presença de pessoas do mundo todo.

A proposta também foi defendida por Renato Rovai, da revista Fórum. Ele acredita que já devíamos ter realizado esse encontro de midialivristas, para que nos sentíssemos mais empoderados. "Precisamos de muitos veículos, inclusive com divergências entre eles, para termos uma visão da diversidade. É fundamental que disputemos a informação, mas não construamos nossos veículos nas mesmas bases da mídia comercial, nossos meios não são verticais, não são comerciais, não utilizam a informação como mercadoria". O debate veio a propósito de uma colocação de Fazila Farouk, da agência Sacsis, da África do Sul, que defendeu nosso trabalho em conjunto com as mídias já existentes, pois não podemos competir com elas, e "gastamos muito tempo falando uns com os outros". Participaram das mesas ainda Michel Lambert, do Alternatives, no Canadá, as francesas Agnès Rousseaux, do Basta, e Anne Laurence Mazenq, da RadioForum, e Bia Barbosa, do Intervozes, Brasil. Para o encaminhamento da proposta de novo Fórum mundial de mídia alternativa, Bia propôs a elaboração de um documento conjunto a ser levado na assembléia de convergência dos comunicadores a ser realizada no dia 10, neste FSM. "É preciso envolver o FSM com a luta da comunicação", disse ela, apoiada por vários dos participantes. O documento conjunto está sendo construído, para que se faça um proposição internacional da realização do novo Fórum Mundial de Mídia Livre, provavelmente no ano que vem.

Publicado por Ciranda.net


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Escute a Rádia NossaCasa - entrevistas diversas com povos tradicionais e povo da cultura popular

Fotos do Mochileiro Tuxaua pelas comunidades do Piauí - novembro/2010

Clic na foto para ver mais fotos do Circo Mágico da Leitura pelas comunidades do Piauí e boa viagem!!!

PIAUI Morro Branco 004

Zanzar por aí

Uma dica de leitura e de dança popular... para quem gosta de Zanzar as saias por aí.ZANZAR



Acesse  http://grupozanzar.blogspot.com/.





Bondinho da leitura e Biblioparque


Bondinho da leitura e Biblioparque

Redação em 06/01/11
A cidade de Curitiba oferece, durante o ano de 2011, dois projetos de leitura com entrada Catraca Livre, que fazem parte do programa Curitiba Lê.
divulgação
Bondinho da leitura
Bondinho da leitura
O tradicional bondinho da Rua das Flores passou por obras de revitalização e funciona como posto de atendimento para empréstimo gratuito de livros.
O espaço vai funcionar nos moldes da Estação da Leitura instalada no Terminal do Pinheirinho. Quem circula pelo calçadão diariamente poderá emprestar livros de literatura, basta apresentar um documento de identificação e informar o endereço. No acervo, os leitores poderão encontrar clássicos da literatura brasileira e universal, e obras atuais de autores brasileiros e estrangeiros. Estarão disponíveis 2.500 títulos para todas as idades.
Local: R. XV de Novembro esquina com R. Ébano Pereira
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h30, sábados das 8h30 às 14h30.
Casas de leitura
As Casas da Leitura têm a proposta de funcionar como um centro de estudos e pesquisas voltado à leitura. Nesse sentido, elas também são palco de cursos, seminários e conferências voltados a agentes multiplicadores e incentivadores, como é o caso dos professores da rede municipal de ensino, contadores de histórias, arte educadores e voluntários.
Para emprestar um livro, basta apresentar um documento de identificação e informar o endereço. O sistema não utilizará carteiras de usuários.
A filha do escritor Paulo Leminski, Aurea Leminski, participou da inauguração da Casa da Leitura na CIC e disse que a família ficou emocionada com a homenagem ao pai. “Queremos doar mais livros da obra produzida pelo meu pai, para que seja guardada aqui como memória da produção de Paulo Leminski”, disse.
Casas da Leitura – endereços e horário de funcionamento:
Casa da Leitura Augusto Stresser
Centro de Criatividade de Curitiba – Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço – Fone:            (41) 3254-6802      
Segunda a sexta-feira, das 9h30 às 11h30 e das 13h às 17h. Domingos, das 10h às 17h30.
Casa da Leitura Manoel Carlos Karam
Rua Batista Ganz, 453 – Parque Barigüi – Fone:             (41) 3240-1101      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30. Domingos, das 10h às 17h30.
Casa da Leitura Paulo Leminski
Rua Padre Gaston, s/n° – Cidade Industrial – Fone:             (41)3212-1402      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Casa da Leitura Jamil Snege
Rua da Cidadania da Fazendinha – Rua Carlos Klentz, s/nº – Fazendinha – Fone:            (41) 3350-3973      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Casa da Leitura Maria Nicolas
Rua da Cidadania de Santa Felicidade – Rua Santa Bertila Boscardim, 213 – Santa Felicidade – Fone:             (41) 3374-5017      
Segunda a sexta-feira, das 9h as 12h e das 14h às 18h
Casa da Leitura Walmor Marcelino
Rua Lupianópolis, 12 – Vila Tecnológica – Bairro Novo – Fone:             (41) 3298-6319      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Casa da Leitura Wilson Martins
Rua da Cidadania do Carmo – R. Marechal Floriano Peixoto, s/nº – Boqueirão – Fone:            (41) 3313-5512      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h
Casa da Leitura Osman Lins
Rua da Cidadania do Pinheirinho – Av. Winston Churchil, s/nº – Fone:             (41) 3212-1514      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Casa da Leitura Franco Giglio
Rua Jerônimo Durski, 1039 – Bigorrilho – Fone:             (41) 3240-1102      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Casa da Leitura Hilda Hilst
Rua Rodolfo Senff, 223 – Jardim das Américas – Fone:             (41) 3361-2303      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Casa da Leitura Miguel de Cervantes
Praça Espanha – Rua Carlos de Carvalho, s/nº – Batel – Fone:             (41) 3321-2821      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Sábado, das 10h às 18h.
Casa da Leitura Nair de Macedo
Rua da Capitania, 57 – Guabirotuba – Fone:             (41) 3296-3312      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Casa da Leitura Dario Vellozo
Praça Garibaldi, 7 – Centro – Fone:             (41) 3321-3268      
Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Estação da Leitura Pinheirinho
Terminal do Pinheirinho
Segunda a sexta-feira, das 6h30 às 20h30, sábados das 6h30 às 14h
Biblioparque
Passar o domingo lendo no parque é um programa que o curitibano vai poder fazer, mesmo que não tenha trazido um livro de casa. O posto móvel de empréstimo gratuito de livros vai percorrer os parques da cidade aos domingos.
Um dos projetos que integra o programa Curitiba Lê, o Biblioparque é composto por um veículo movido a energia elétrica e uma estrutura adaptada para acomodar livros, periódicos, ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufs e mesas desmontáveis. O espaço ocupa 200 metros quadrados e vai funcionar todos os domingos, das 10h às 18h. A programação inclui sessões de contação de histórias ao longo do dia, distribuição de marcadores de livros, além de pintura em livros de quadrinhos. A empresa também disponibilizará uma tela interativa que dá acesso à sinopse dos livros que podem ser emprestados e dois notebooks para navegação na internet. Junto ao Biblioparque, o público encontrará ainda um local para descarte de aparelhos celulares e baterias velhas.
Nos próximos meses, o acervo atingirá 1.350 títulos e quatro mil volumes que oferecem uma variada gama de autores, entre eles Machado de Assis, Guimarães Rosa, Gonçalo Tavares, Isabel Allende e Mario Vargas Llosa, que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2010, entre muitos outros. A escolha dos livros foi elaborada por uma comissão da Fundação Cultural de Curitiba.
Além da leitura no parque, quem quiser poderá emprestar os livros por 21 dias, de forma simples e sem burocracia. A devolução pode ser feita no próprio Biblioparque ou em qualquer das Casas da Leitura mantidas pela Fundação Cultural. O primeiro parque a receber o novo equipamento é o Barigüi, mas o projeto vai percorrer também o Bosque do Papa, Parque Tingüi, Jardim Botânico, Parque Bacacheri e Parque São Lourenço.
Local: Parque Barigüi
Horário de funcionamento do Biblioparque: domingos, das 10h às 18h